
Saudade de se proteger em teus braços, da confiança nas suas palavras ditas... Saudade da inocência que existia ao rir sem incomodar, com a falta de alguns dentes de leite. Quando divertido era soltar pipa, rodar pião, brincar de pega- pega e jogar bola... Nossa como fomos felizes! Saudades de sentir medo ao entregar o boletim aos Grandões, o frio na barriga ao dar o primeiro beijo, o rosto tomado por pelos, cravos e espinhas! Era o sinal que tal puberdade havia chegado... E com ela duvidas e curiosidades sem falar no prazer pelo proibido, que fascina
os pobres conscritos da vida. As idas e vindas de pessoas era um aviso do que viria pela frente...
Samir Costa.
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